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The Man Versus the State
Herbert Spencer
(1884)

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O Indivíduo Contra o Estado O Indivíduo Contra o Estado
PrefácioPrefácio
Na "A Revista de Westminster", publiquei um artigo intitulado: "Reforma parlamentar: os perigos e a defesa". Nesse artigo aventurei-me a prognosticar alguns resultados das transformações políticas propostas naquele tempo.

Eis aqui, reduzida a sua expressão mais simples, a tese que sustentava: "Se não se tomam as precauções convenientes, o acréscimo da liberdade aparente será seguido de uma diminuição da liberdade real". Nada aconteceu depois, que me obrigasse a mudar de opinião. A legislação, desde aquele tempo, seguiu o curso que eu previra. Medidas ditatoriais, rapidamente multiplicadas, têm a tendência continua, e de dois modos diferentes, de restringir as liberdades individuais. Têm-se estabelecido, cada ano em maior número, regulamentações que coarctam o cidadão em esferas onde, antes, se movia em plena liberdade, e que o forçam a realizar atos que, anteriormente, tinha o direito de executar, ou não. Ao mesmo tempo os encargos públicos, cada dia mais pesados, sobretudo os locais, reduziram ainda mais a sua liberdade, diminuindo a porção de benefícios de que podia dispor à vontade, e aumentando a que se lhe arrebata, para ser gasta segundo o capricho dos funcionários públicos.

Continuam existindo as causas e os efeitos que predisse. E, provavelmente, seu poder crescerá. Vendo, pois, que as conclusões que deduzi dessas causas e desses efeitos, se confirmaram, decidi-me a expor conclusões análogas com referência ao porvir, a insistir sobre o assunto, a fazer tudo quanto está ao meu alcance, para chamar a atenção sobre os males que nos ameaçam.

Com esse fim, escrevi os capítulos que seguem.

Para responder a certas críticas e, na previsão de possíveis objecções, acrescentei um "Post-scriptum".




Na "A Revista de Westminster", publiquei um artigo intitulado: "Reforma parlamentar: os perigos e a defesa". Nesse artigo aventurei-me a prognosticar alguns resultados das transformações políticas propostas naquele tempo.

Eis aqui, reduzida a sua expressão mais simples, a tese que sustentava: "Se não se tomam as precauções convenientes, o acréscimo da liberdade aparente será seguido de uma diminuição da liberdade real". Nada aconteceu depois, que me obrigasse a mudar de opinião. A legislação, desde aquele tempo, seguiu o curso que eu previra. Medidas ditatoriais, rapidamente multiplicadas, têm a tendência continua, e de dois modos diferentes, de restringir as liberdades individuais. Têm-se estabelecido, cada ano em maior número, regulamentações que coarctam o cidadão em esferas onde, antes, se movia em plena liberdade, e que o forçam a realizar atos que, anteriormente, tinha o direito de executar, ou não. Ao mesmo tempo os encargos públicos, cada dia mais pesados, sobretudo os locais, reduziram ainda mais a sua liberdade, diminuindo a porção de benefícios de que podia dispor à vontade, e aumentando a que se lhe arrebata, para ser gasta segundo o capricho dos funcionários públicos.

Continuam existindo as causas e os efeitos que predisse. E, provavelmente, seu poder crescerá. Vendo, pois, que as conclusões que deduzi dessas causas e desses efeitos, se confirmaram, decidi-me a expor conclusões análogas com referência ao porvir, a insistir sobre o assunto, a fazer tudo quanto está ao meu alcance, para chamar a atenção sobre os males que nos ameaçam.

Com esse fim, escrevi os capítulos que seguem.

Para responder a certas críticas e, na previsão de possíveis objecções, acrescentei um "Post-scriptum".






 
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